Dia da Fotografia: Diferentes Olhares de 7 Fotógrafos Alagoanos
No Dia Mundial da Fotografia, vamos fazer uma viagem pelos olhares de fotógrafos alagoanos que, com suas lentes e muita sensibilidade, nos apresentam o mundo de formas únicas. São sete olhares diferentes que nos mostram que as imagens vão muito além do que se vê. As fotos tocam a alma, informam, revivem emoções e, principalmente, nos conectam com o que há de mais belo e verdadeiro na vida. Hoje, celebramos o trabalho apaixonado desses artistas que, com cada clique, imortalizam momentos.

Jon Lins
“Eu gosto de conhecer gente e contar histórias através da fotografia, e Alagoas é um estado onde não faltam oportunidades para isso, seja mostrando as belezas locais ou o povo em si, rico em cultura e personalidade.”

Gabriela Pessôa
“Para mim, fotografar é capturar momentos de forma sensível. Trabalho com fotografia de família há 10 anos, e meu olhar é profundamente ligado às minhas raízes. Da mesma forma que hoje observo minha família, desejo transmitir isso às próximas gerações.”

Mik Moreira
“Falo com orgulho que meu olhar revela a força e a identidade de mulheres empreendedoras. Meu principal objetivo ao criar um retrato vai além da imagem: prezo por traduzir a essência e a história de pessoas reais.”

Paulo Accioly
“Eu vejo minha fotografia como despretensiosa. Acabo fotografando o que me interessa visualmente. Não penso na interpretação dos outros, mas, depois, se torna uma partilha—um olhar diferente sobre o mundo.” Paulo Accioly nos convida a ver o mundo com novos olhos, sem regras, apenas pela beleza do inesperado.

Pei Fon
“Ser de uma família com 90 anos de tradição na fotografia em Alagoas traz muita responsabilidade. Retratar a realidade de forma singela, humana e espontânea aproxima o espectador de suas próprias emoções, que reconhece a si mesmo no recorte que a fotografia faz da vida!”
Rafael Oliveira
“Nos meus mais de 10 anos de carreira pude fazer muita experimentação, o que me tornou um profissional mais completo. Tento buscar uma característica mais atemporal, fugir de modismos e emocionar. Tanto nos retratos quanto nos cliques espontâneos, quero trazer à lembrança de quem foi fotografado sensações ele estava vivendo naquele momento.”

Itawi Albuquerque
“Minha paixão é o fotojornalismo. Tenho registrado ao logo dos anos importantes fatos da nossa sociedade. Isso me faz refletir o quanto isso é importante para o acervo histórico e cultural do nosso Estado. A fotografia me leva a lugares incríveis, me faz conhecer pessoas e suas realidades.”