11 de maio de 2026

Refresh celebra memórias e afeto em almoço de Dia das Mães no Micale

Experiência reuniu mães e filhas em uma tarde marcada por conversas, lembranças e conexões construídas à mesa

“Eu tenho me visto muito como a minha mãe.”

A frase surgiu logo no início do almoço de Dia das Mães promovido pelo Refresh no Micale. Veio baixa, quase tímida, mas bastou para mudar o clima da mesa.

Pouco depois, outras histórias começaram a aparecer. “Ela vinha, deitava comigo e me abraçava.”

Com o tema “Os papéis que se encontram”, a experiência reuniu mães e filhas em torno de lembranças, conversas e pequenas percepções construídas ao longo do tempo.

A ideia partia desse momento em que uma mulher começa a reconhecer na própria vida gestos, falas e silêncios que antes enxergava apenas na mãe.

 

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A ambientação acompanhava essa intenção: mesas conectadas, flores orgânicas, velas acesas, luz natural entrando no salão e uma trilha leve preenchendo o espaço. Tudo pensado para criar proximidade e deixar as conversas acontecerem no ritmo delas.

Ao chegar, cada convidada recebia um cartão com perguntas sobre afeto, amadurecimento e memória. Algumas provocavam risos imediatos. Outras levavam ao silêncio antes da resposta. “Qual gesto da sua mãe você se pegou repetindo ultimamente?” e “Qual foi a última vez que você sentiu que o colo dela foi o seu lugar de segurança, e não o contrário?” estavam entre elas.

As trocas atravessaram toda a tarde.

“A verdade aqui é que ela continuou sendo a minha menina”, disse uma das mães durante a dinâmica.

Em outra mesa, uma filha tentava terminar a frase enquanto chorava: “Ela sempre foi a minha melhor amiga.”

As marcas parceiras foram incorporadas à experiência a partir das próprias histórias compartilhadas ali. A FF Joias trabalhou a ideia de herança emocional; a Effe puxou lembranças ligadas à relação entre mães, filhas e estilo; a LAP conectou cuidado e presença; e a Layse levou para os espelhos reflexões sobre autoestima e legado feminino.

Ao longo do almoço, os registros captados seguiam esse mesmo caminho: mãos dadas sobre a mesa, olhares demorados, mães ouvindo filhas, filhas percebendo traços das mães nelas mesmas.

Em um dos relatos mais emocionados da tarde, Endy Mesquita resumiu: “Eu só queria que ela soubesse que eu lembro de todos os momentos da minha infância e juventude porque ela sempre foi a minha melhor amiga”. 

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